Taxas para ficar atento com a previdência da Caixa

A previdência privada da Caixa Econômica é uma opção alternativa interessantíssima para quem quer complementar a renda da previdência social após a aposentadoria. É um formato de investimento focado nesse longo prazo. Porém, é preciso cuidado com as taxas!

E esse conteúdo é para falar justamente dessas taxas que existem na previdência da Caixa. E há notícias boas por aí: para quem aplica por mais de 3 anos ou mais do que 10 anos, os benefícios se tornam incríveis, com isenção de algumas taxas. Saiba mais!

Taxas para ficar atento com a previdência da Caixa

1 – TAXA DE ADMINISTRAÇÃO

A primeira e mais conhecida de todas é a taxa de administração. E é a própria Caixa Seguradora que explica qual é a função desse custo que o cliente que tem a previdência precisa arcar ao longo dos anos.

“É o que cobramos para gerenciar os recursos”. Assim sendo, a Caixa não informa qual é o valor da taxa de administração. No entanto, diz que “ela varia sendo determinada pela quantidade de dinheiro que foi aplicado na previdência até o tipo de fundo de investimento”.

Isso porque entre as modalidades tem a PGBL e a VGBL, sendo que cada uma é boa para uma situação, com base na declaração do IR que o cliente faz à Receita Federal.

2 – TAXA DE CARREGAMENTO

A outra taxa cobrada é a de carregamento. “É a porcentagem descontada ao colocar ou retirar dinheiro do plano de previdência privada”. Assim sendo, dentro disso existe a taxa de entrada e a taxa de saída, ambas são de carregamento.

O que a Caixa diz é que não cobra a taxa de entrada e nem de saída para aplicações a partir de 3 anos, isto é, 36 meses. Já para outros casos, aí sim, existe a cobrança da taxa. Veja:

Para aplicações de até R$ 1 mil é cobrada 5% para até 1 ano, 3% para até 2 anos ou 1,5% para até 3 anos. Já para aplicações acima de R$ 1 mil, aí é de 1,5% para até 1 ano, 1% para até 2 anos e de 0,5% para até 3 anos.

Bônus – e a tributação?

Quanto à tributação, a Caixa também diz que existem dois tipos de modelos: progressivo e regressivo. Assim sendo, o progressivo é para quem não sabe quanto tempo vai investir na previdência. “Sempre que você resgata seu dinheiro você paga 15% de IR”.

A outra opção é a regressiva, que é ideal para quem sabe que vai deixar o valor aplicado por mais de 10 anos. “Você terá um menor imposto”. Isso porque nesse caso, no regressivo, existe uma tabela de taxas tributadas.

Assim, para quem aplica até 2 anos a taxa é de 35%. Para quem aplica de 2 a 4 anos, a taxa cai para 30%. De 4 a 6 anos, a taxa é de 25%. De 6 a 8 anos, a taxa cai de novo para 20%. De 8 a 10 anos, a taxa é de 15%. E para quem aplica por mais de 10 anos, a taxa é de 10%.