5 dicas para o consumidor que vai refinanciar uma dívida

O consumidor brasileiro, muitas vezes, acaba tendo problemas após fazer várias compras de forma desenfreada ou até mesmo quando os imprevistos acontecem. Aí que as dívidas começam a aparecer e parecem um mar sem fim, já que nunca acabam.

A dica é sempre tentar renegociar a dívida, no que é chamado de refinanciamento de dívida. No entanto, existem dicas para que isso seja feito de uma forma mais assertiva.

5 dicas para o consumidor que vai refinanciar uma dívida

Separamos 5 dessas dicas que são primordiais para quem vai refinanciar uma dívida.

As dívidas dos brasileiros

Antes de tudo, vale lembrar que as principais dívidas dos brasileiros são aquelas ligadas aos cartões de crédito e ao cheque especial. No entanto, elas podem ser até mesmo o comprometimento com financiamentos e compras.

O importante é entender o motivo que o levou às dívidas. Talvez, a falta de uma reserva financeira tenha sido o motivo. Aí, o que é legal é aprender com os erros. Portanto, além de quitar o débito também é importante fazer coisas diferentes.

No caso da reserva de emergência, saiba que dá para separar uma parte do salário para esse fim, mesmo que você vai renegociar um débito com o banco ou outra instituição. Lembre-se de evitar erros passados, ok?

1 – Situação Financeira

A primeira coisa que se deve fazer é analisar a própria situação financeira. Isso quer dizer que ninguém tem que renegociar uma dívida se não tiver condição de fazer isso.

Os especialistas recomendam que só se deve entrar em um refinanciamento (que é a renegociação da dívida) quando se tem condições de pagar as parcelas que serão contratadas mensalmente.

2 – Custo Efetivo Total

Seguindo essa ideia, o próximo passo é analisar o Custo Efetivo Total, chamado de CET.

Ele contém todas as taxas, impostos, encargos e juros do seu novo contrato. Por isso, devem ser analisados com muita frieza. Às vezes, as condições desse novo contrato não serão positivas para o consumidor.

3 – Valores Cobrados

Mais uma dica é ficar de olhos bem atentos para os valores que são cobrados. Isso vale desde o valor do débito, isto é, da dívida até mesmo os encargos e juros.

Além disso, saiba se o valor da parcela vai caber no seu bolso porque em caso contrário, o ideal não é aprovar o contrato, já que novas dívidas vão acabar aparecendo até que se termine essa primeira.

4 – Recusa da Proposta

Outra dica importante é saber que é direito do consumidor recusar uma proposta de renegociação de dívidas.

Dessa forma, o cliente só pode e só deve fechar o contrato se as condições forem boas para ele. Em caso contrato, se as parcelas forem muito altas, ele pode negar a proposta e apresentar uma contraproposta.

5 – Pagamento em Dia

Por último, a dica é sempre fazer o pagamento em dia da renegociação. Por isso, é tão importante analisar todos os valores e procurar por opções que sejam favoráveis para o consumidor.

O pagamento em dia vai não apenas limpar o nome do consumidor, como também aumentar o score financeiro dele, sendo que isso é importante para a sua situação no mercado financeiro.